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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Alimentos que devem fazer parte da sua dieta diariamente

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Por SigaSuaDieta


A dieta adequada deve se basear nas leis da alimentação propostas por Escudero, em 1937. São elas: qualidade, quantidade, harmonia e adequação. A alimentação deve ser equilibrada, quantitativamente suficiente, qualitativamente completa, harmoniosa nos seus componentes e adequada à sua finalidade e ao organismo que se destina.

Portanto, é impossível realizar a prescrição de dietas e cardápios que realmente atendam as necessidades individuais se o profissional não conhece seu público. Logo, devemos ter muito cuidado com dietas de revistas, sites e afins… planos alimentares que são divulgados por aí, que prometem mundos e fundos sem considerar a individualidade bioquímica. Ao mesmo tempo que um indivíduo pode ter sucesso momentâneo com alguma dessas propostas, outros podem exacerbar ainda mais falhas nutricionais em seu organismo e, favorecer o desenvolvimento de patologias.

Como é tecnicamente impossível darmos fórmulas mágicas, seguem algumas dicas de alimentos que devem constar na nossa dieta diariamente. Estes alimentos possuem caráter anti-inflamatório e assim, favorecem o bom funcionamento do organismo:

  • Vegetais como agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-manteiga, couve-flor, nabo, rabanete, rábano, repolho rúcula, mostarda são ricos em glicosinolatos e isotiocinatos que auxiliam no funcionamento do fígado, na excreção de toxinas e diminuem a inflamação, facilitando, por exemplo, a perda de peso.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Comece hoje

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Por Janaína Macedo



Hoje é segunda-feira, aquele dia da semana famoso quando se trata em começar uma dieta de emagrecimento. É muito comum ouvirmos as pessoas falarem que querem emagrecer, e que vão começar na segunda.

Então, como hoje é segunda-feira, que tal começar agora sua reeducação alimentar?

Você pode usar como desculpa para si próprio que não fez compras de supermercado, mas certamente você irá comer, seja na rua ou vai se virar com o que tem em casa, certo? Então não se desespere nem invente pretextos para começar agora a fazer algo de bom pela sua saúde.

Se sua refeição hoje é uma bela macarronada à bolonhesa, não deixe de saboreá-la, apenas sirva-se de uma porção menor que o habitual. Fazendo isso diariamente, aos poucos acostumará seu organismo a contentar-se com menos.

Quando fizer compras de supermercado, faça um lista antes com suas necessidades, para evitar compras extras e calóricas. O ideal é pensar em combinações para cada dia da semana, assim você saberá o que comprar.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Emagreça com segurança!

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Muito se fala em emagrecimento e, muito também se fala em dietas por aí. São as mais variadas possíveis e, na grande maioria das vezes, restritivas. Essas eu sou radicalmente contra!

Dieta restritiva é para o indivíduo que necessita dela, mas sob supervisão de um profissional especializado. Só ele poderá dizer o que comer, ou não, de acordo com a necessidade do paciente.

Mas, infelizmente, o que vejo nos ambientes que frequento são pessoas buscando emagrecer, muitas vezes até quando não precisam, submetendo-se a uma alimentação altamente restritiva. Em pouco tempo sentirão fraqueza e outros sintomas - até mais graves - e voltarão a comer de forma exagerada.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Educação Alimentar - Final

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Por Hevoise Fátima Papini

CONQUISTE SEU ESTILO SAUDÁVEL DE VIVER

Mudar hábitos não é fácil, mas é possível, sim. Essa mudança deve ser entendida como um processo, com erros, acertos, novos erros e novos acertos, em busca do equilíbrio, sem preconceitos ou culpas sobre o que se come, apostando no bem-estar e no prazer.

A alimentação não deve ser imposta como um cardápio fixo e sem alterações. Antes, ela deve compreender um conjunto de alimentos saudáveis que dão prazer, que estejam culturalmente ligados ao indivíduo, como por exemplo, aquele bolo feito pela avó desde criança. Tudo isso com o equilíbrio necessário e, claro, com muito bom senso.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Educação alimentar - Parte I

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A VERDADE SOBRE A EDUCAÇÃO ALIMENTAR

A educação alimentar é um processo de aprendizagem e de mudança comportamental exercido por meio de orientações nutricionais específicas em que o indivíduo conhece e incorpora hábitos alimentares saudáveis.

A educação é muito mais do que instrução. É um processo que deve ser criado entre educador e educando, tendo como objetivo a construção do conhecimento, seja ele qual for, sobre português, matemática, história e, porque não, nutrição.

Enquanto nas dietas não ocorre uma mudança interna, e ao fim de cada uma as pessoas voltam aos antigos hábitos, na reeducação alimentar as mudanças acontecem de forma tão profunda que se tornam parte do indivíduo.

Por se tratar de um processo de aprendizagem, o paciente, no final do tratamento, torna-se apto a escolher corretamente os alimentos, tanto no aspecto qualitativo quanto no quantitativo, sem deixar de incluir o que faz parte da sua própria cultura.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Dietas restritivas? Não, não e não!

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Essa matéria do IG/DELAS traduz claramente o que penso sobre dietas restritivas, e eu não deixaria de publicá-la aqui para que vocês, meus queridos leitores, também possam ter acesso a essas excelentes informações. Boa leitura!

Restrições exageradas para emagrecer geram carência de nutrientes

O ideal seria existir uma fórmula mágica, capaz de emagrecer qualquer ser humano do dia para a noite. Mas, no lugar dela, o que existem são dietas da moda, com promessas de resultados rápidos.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Alimentação antroposófica: você já ouviu falar?

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Por acaso li essa matéria, que julguei interessantíssima,  no site da Ana Maria, apresentadora que muito aprecio pelo seu jeito humano e otimista de ser. Espero que gostem também!

Todos sabem que alimentação equilibrada é sinônimo de boa saúde. Somos aquilo que comemos e transformamos em energia vital. Quem se alimenta de maneira moderada, escolhendo alimentos vigorosos e bem cultivados, certamente terá um organismo sadio. Seguindo a receita de um cardápio saudável, equilibrado e rico em energia vital, a alimentação antroposófica visa manter o organismo saudável, promovendo o bem-estar para um desenvolvimento humano integral.

A linha clássica da nutrição antroposófica é a ovolactovegetariana. Para essa proposta, tudo que o ser humano precisa para alimentar-se bem deriva de ovos, leite e vegetais. Porém, como não existem regras fixas e nem proibições, a carne também pode ser consumida.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Chocolate, doce delicia!

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Nada como um chocolate para acalmar os ânimos ou compensar aquele dia hiper estressante…

Frase frequentemente ouvidas dentro dos consultórios, onde o grande vilão sempre é este famoso carboidrato, que além de nos engordar, serve como fonte de energia.

Como tem um efeito que melhora o humor e a depressão, acaba sendo consumido em larga escala, porém o que não se leva em conta é que uma pequena barra de chocolate de 100 gramas contém cerca de 550 calorias, ou seja, um quarto das necessidades diárias que um corpo precisa.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Um convite... para refletir!

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Durante toda a semana passada publiquei trechos do excelente artigo A luta contra a balança. Hoje convido você a ler esse artigo na íntegra, aqui, e deixar sua opinião.
Janaína Macedo

domingo, 12 de dezembro de 2010

Para refletir - Final

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O equilíbrio entre fome e saciedade

Há uma crença equivocada de que a sensação de fome está alterada nas pessoas que comem muito e/ou que são obesas. Muitas delas chegam ao consultório desejosas de tomarem algum medicamento que "corte" a fome. A crença é de que essas pessoas têm mais fome do que as demais. Grande equívoco. As pessoas que comem mais e/ou são obesas tem, na realidade, uma grande falha nos sinais de saciedade. Comem e não sentem saciadas e continuam comendo. Mesmo assim, muitas vezes até interrompem a refeição, mas mediante grande esforço, pois comeriam muito mais se pudessem.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Para refletir - parte V

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Intolerância às privações

É muito comum que diante das restrições das dietas, as pessoas passem a ter um desejo incontrolável de ingerir maior volume de determinados alimentos, ou façam opções por alimentos que não despertavam sua atenção anteriormente. Muitos nem se interessavam por doces e passam a não viver mais sem eles. Privar-se passa a ser intolerável, principalmente de algo tão acessível como os alimentos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Para refletir - parte IV

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A dificuldade de perceber nossas escolhas inadequadas
Quando uma pessoa está engordando, é quase certo de que ela está comendo muito. Mas sempre é muito difícil convencê-la disso. Cerca de 80% dos pacientes que nos procuram para emagrecer, vem em busca de uma causa orgânica que justifique o ganho de peso. "Só pode ser hormonal" dizem alguns, "parei minha ginástica" dizem outros, " deve ser da idade..."

Há atualmente muita disponibilidade de alimentos com preços acessíveis. As provas disso são os inúmeros restaurantes que convidam para refeições com "preço único" ou "coma à vontade".

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sem culpa

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Quando o assunto é emagrecer percebo um total despreparo e desinformação nas pessoas. Se dizem de "dieta" porque se propõem a cortar alimentos que julgam vilões, como carne vermelha ou pão, por exemplo.
Uma atitude como essa pode sim trazer emagrecimento ao indivíduo, mas depois de certo tempo aquela restrição se torna insuportável e recupera-se todo peso perdido, ou até mais.
Os alimentos não são culpados, a culpa está em não sabermos usá-los. É preciso cuidado e atenção para reconhecer um alimento mais calórico e ingeri-lo com moderação, buscando fazer combinações sensatas.
O ideal é ter nas refeições todos os grupos de alimentos, garantindo assim uma alimentação de qualidade.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Por que engordamos?

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Em 98% dos casos a obesidade é do tipo poligênica e, para ser desenvolvida, é necessário uma interação entre predisposição genética e fatores externos. Segundo George Bray, “a genética carrega a arma e o ambiente aperta o gatilho”. Na maioria das vezes, portanto, é uma doença endócrino-metabólica crônica e heterogênea, com forte base genética, que se apresenta quando associada a fatores ambientais. Ela é multicausal, sendo decorrente de fatores genéticos e ambientais, dentre os quais destacam-se o desequilíbrio energético e perfil inflamatório da dieta. Apenas 2% dos casos de obesidade são do tipo monogênica, ou seja, independem de fatores externos e ocorrem por causa de mutações genéticas.

O alto teor de gordura saturada, gordura trans, ômega 06 e elevada quantidade de carboidratos simples favorecem esta resposta metabólica no organismo. Nas nossas células nós temos um receptor do tipo TLR que pode ser ativado na presença dessas substâncias e, quando isso ocorre ativa-se dentro da célula um fator de transcrição gênica que é o NFkappaB, altamente inflamatório.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Efeito platô

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Fazer regime não é nada fácil. Pior ainda é, depois de tanto esforço, subir na balança e ver que simplesmente não emagreceu o que queria. Trata-se do chamado efeito platô, quando há a estabilização de peso após um período de dieta.
Segundo o médico Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia, esse efeito se dá tanto em homens quanto em mulheres. E ocorre principalmente por causa de dietas malfeitas que não são acompanhadas por médicos e também pelo uso de remédios para emagrecer. "Não se deve fazer regimes radicais. A pessoa que decide parar de comer, ou usa medicamentos, acaba gastando energia que não é reposta.
Como consequência, o organismo cria uma defesa e não quer mais desperdiçar essa energia", disse.
Mas não é porque a balança não mostra os resultados desejados que a dieta deva ser interrompida. "Diante do efeito platô, a pessoa deve continuar com os hábitos.
Com o tempo, o organismo volta a trabalhar com os níveis hormonais mais baixos, reiniciando um ciclo de emagrecimento", afirmou o especialista que acrescenta a importância da prática de atividade física.

sábado, 6 de novembro de 2010

Conheça alguns fatores que podem, e muito, atrapalhar seu emagrecimento

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Apostar na dobradinha alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos é a principal recomendação para quem deseja emagrecer. Mas, ainda que se esforcem para cumprir esta orientação, algumas pessoas só vêem o peso aumentar.

Apesar de parecer conversa fiada, o fato é que existem, sim, situações capazes de nos fazer engordar – como alterações hormonais, por exemplo. Em outros casos, são comportamentos considerados inofensivos que colocam tudo a perder.

Para que explicar melhor essa relação, especialistas selecionaram alguns fatores que podem influenciar no sobe e desce da balança. Confira.

Estresse

Esse estado emocional favorece a produção do hormônio cortisol. “Ele é muito importante, pois atua em resposta a situações de perigo”, observa Mônica Dalmacio, mestre em Nutrição pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF) e co-autora do livro “Alimentos e sua ação terapêutica” (Editora Atheneu). O problema é que, em excesso, o cortisol leva ao aumento dos depósitos de gordura, além de reduzir as reservas de massa muscular.

Segundo Vanessa Franzen Leite, nutricionista especializada em psicologia do emagrecimento, de Porto Alegre (RS), pessoas muito estressadas também tendem a consumir alimentos ricos em carboidratos refinados (que geram mais fome) e gorduras (que são hipercalóricos).

domingo, 24 de outubro de 2010

Obesidade e desnutrição da vida adulta

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Quando falamos em desnutrição, todos nós, imediatamente, pensamos em crianças. Acontece que a prática de dietas de moda e o culto ao peso ultra magro tem nos trazido esse personagem da desnutrição em adultos com sobrepeso e obesidade. Aqui a maioria absoluta são as mulheres. Elas são as maiores vítimas de carências nutricionais na vida adulta.
Além do culto à magreza, as mulheres saíram de casa e enfrentaram o mercado de trabalho, passaram a comer fora e recorreram ao delivery. Muitas atribuições domésticas elas foram obrigadas a manter, mas não cozinham mais. O resultado de tudo isso são as freqüentes queixas de queda de cabelos, unhas fracas e quebradiças, infecções ginecológicas de repetição e cansaço crônico.
O público feminino é muito susceptível aos modismos e aderem com muita facilidade a situações alimentares de risco.



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Maionese: sim ou não?

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Ela dá um gostinho especial a sanduíches, saladas e até alguns pratos quentes. Mas a má fama que acompanha a maionese costuma afastá-la dos cardápios saudáveis e especialmente das dietas de emagrecimento. Mas o alimento é tão vilão assim?

Consultamos a nutricionista Monica Beyrutti, da equipe da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), e a nutricionista funcional Elaine Pádua, diretora da Clínica DNA Nutri, de São Paulo, que esclarecem os mitos e as verdades sobre o produto.

Maionese é uma bomba calórica

Mito. “Do ponto de vista de uma alimentação equilibrada, a maionese industrializada não pode ser considerada uma bomba calórica. A versão industrializada costuma ter, em média, 40 calorias por porção de 12 g (1 colher de sopa) em sua versão regular. A light tem em torno de 30 calorias por porção. Já a maionese caseira é muito mais calórica: em média 76 calorias por porção”, explica Monica Beyrutti. Para se ter ideia, uma colher de sopa de azeite – também usado em sanduíches e saladas – tem 105 calorias e a manteiga 144 calorias por colher de sopa.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Inspiração: médica perde 30 quilos

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Li essa entrevista inspiradora e não resisti compartilhá-la aqui. Espero que sirva de motivação para quem deseja emagrecer, assim como eu. É a prova de que quando mudamos hábitos alcançamos nossa meta. Aproveitem!

Com a correria do cotidiano, a maioria das pessoas fica adiando ou evitando as academias. A desculpa de que não há tempo para malhar pode ser resolvida de maneira simples, utilizando curtos espaços de tempo durante o dia. A oftalmologista Márcia Cristina Oliveira, 38 anos, sempre está com a agenda lotada, mas descobriu uma maneira de perder peso malhando apenas 30 minutos por dia. Márcia percebeu que era hora de entrar na briga contra a balança durante sua segunda gestação. Assim como na primeira, a oftalmologista acabou ganhando muito peso e decidiu, após pedir autorização médica, começar um processo de perda de peso. Ao entrar em uma academia para mulheres, a oftalmologista seguiu uma rotina rígida e conseguiu conquistar os objetivos. O Terra conversou com a médica e descobriu como ela conseguiu a proeza de perder quase 30 quilos, em um ano:

terça-feira, 27 de julho de 2010

Alimentação: faça sua escolha!

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Quando falamos em alimentação saudável logo vem a ideia de "dieta" na cabeça das pessoas. Essa associação é quase imediata. Mas é um engano achar que apenas pessoas que estão com o peso acima do ideal devem se preocupar em se alimentar bem.
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